Ludoterapia

Recurso clínico da Psicologia infantil que utiliza o brincar como forma de expressão, comunicação e elaboração.

Na infância, nem sempre é possível comunicar experiências e emoções apenas por meio da fala. Na ludoterapia, brincadeiras, jogos, histórias, desenhos e outros recursos podem fazer parte da psicoterapia, conforme a idade e a necessidade da criança.

O brincar não é utilizado apenas como entretenimento. Ele integra um trabalho clínico com objetivos definidos, observação profissional e acompanhamento da evolução.

Participação dos responsáveis

O processo costuma começar com uma entrevista com os responsáveis. Novos encontros podem ser realizados para compreender mudanças, orientar manejos e compartilhar informações necessárias, preservando o espaço terapêutico da criança e o sigilo profissional.

O que pode ser trabalhado

  • Expressão e reconhecimento de emoções.
  • Relações familiares, escolares e sociais.
  • Mudanças, medos, perdas ou períodos de adaptação.
  • Desenvolvimento de recursos para comunicação e autorregulação.

Como funciona no CEP

  1. 1

    Entrevista inicial com responsáveis.

  2. 2

    Encontros com a criança e escolha de recursos adequados ao desenvolvimento.

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    Acompanhamento dos objetivos e observação da evolução.

  4. 4

    Devolutivas aos responsáveis quando necessárias.

Dúvidas frequentes

Ludoterapia é apenas brincar?

Não. O brincar é utilizado como recurso dentro de um processo psicológico planejado.

Os responsáveis participam das sessões?

Participam de entrevistas e devolutivas quando necessário; a forma de participação é definida pela psicóloga.

Toda criança precisa de ludoterapia?

Não. A indicação depende da avaliação, da idade e da forma como a criança se comunica e se beneficia do recurso.

WA